Quem nunca se deparou com aquela cena típica de Shopping Center, uma criança gritando descontroladamente querendo um certo brinquedo? Não contente, ela se joga no chão e inicia a encenação, que se não fosse cômica, diríamos que seria um anúncio de uma tragédia.
Mas o que fazer? É importante saber dizer não! Mas quando dizer não?
Os pais, muitas vezes cedem,
por vergonha ou penalizados pela cena de seu filho, tão pequeno, jogado naquele
chão frio do shopping. Coitadinho!
E você? Como se comporta? O
seu filho está fazendo um escândalo na porta de uma loja, o que você faz? Com
vergonha cede e compra o que ele pediu, ou diz NÃO?
Você provavelmente quer
livrar o seu filho do consumismo desenfreado? Então, está na hora de começar a
pensar na Educação Financeira de seu filho.
Não se esqueça que a criança
não nasce consumista, o consumismo é um hábito que pode ou não ser incentivado
nas crianças.
Então, a lição vem de casa?
Sabemos que Educação Financeira ainda não é um tema tratado comumente nas
escolas e por isso, muitos aprendem com a vida. Por isso, talvez seu filho
comece a se espelhar nos exemplos que ele vivencia dentro de casa.
Os jovens estão imersos em
uma sociedade de consumo e se não forem orientados, poderão perder a noção do
valor do dinheiro.
Como combater isso?
A Educação Financeira começa
na infância! Alguns especialistas já afirmam que a Educação Financeira começa
na barriga!
Já é comprovado que um bebê
de 18 meses consegue identificar logotipos e antes de completar 2 anos saberá
pedir presentes pela marca.
Socorro!
O que faremos com esse bebê
quando ele se tornar um adolescente?
Bem, saiba que aos 10 anos,
o pré-adolescente tem de 300 a 400 marcas na memória e consome uma grande
quantidade de produtos, sem precedentes.
As crianças e os
adolescentes estão na mira dos publicitários, pois eles são a alma do negócio
de muitas empresas. Por isso, é fundamental
a criança entender a diferença
entre “ o desejo e a necessidade”; o “querer e o precisar”.
Precisamos encontrar um
equilíbrio. Não queremos estimular os nossos jovens para que eles se tornem
poupadores exagerados, também não queremos que os nossos filhos se tornem
consumidores compulsivos. É preciso haver um equilíbrio.
É preciso consumir com
consciência!
Arethuza
Helena Zero
www.educafinanceira.com.br

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