quarta-feira, 29 de maio de 2013

Três dicas para que o seu filho não deixe o seu bolso no vermelho - Por Arethuza Helena Zero


Controlar os gastos pessoais é uma tarefa difícil. E quando se trata dos gastos dos filhos, muitos pais não sabem como fazer a lição de casa. A consultora em Educação Financeira para jovens,  Arethuza Helena Zero, formulou algumas dicas que podem ajudar os pais que estão nesta situação.
1-  Nunca é cedo para o seu filho aprender: Quanto mais cedo a criança começa discutir educação financeira com a família, mais fácil será para ela administrar o seu dinheiro futuramente. Desde a infância, é importante ensinarmos para os nossos filhos a diferença entre desejo e necessidade. É fundamental que eles aprendam noções de poupança. Esse exercício pode ocorrer de várias formas, desde o famoso “cofrinho”, até o recebimento de mesada (no momento certo!).
 2-  Tenha critérios: Quando você decidir dar uma mesada para o seu filho, tenha critérios. Leve em consideração a idade e as necessidades dele para estipular um valor. Mas não esqueça, nem todos os produtos consumidos pelo seu filho devem sair da mesasa. Ele não é responsável pela compra do material escolar, por exemplo.
Não altere o valor da mesada aleatoriamente. Utilize um indicador econômico para fazer os reajustes, ou uma data especial, o importante é ser coerente! Se o seu filho recebe uma mesada e o mês ainda não terminou, mas o dinheiro sim, tenha critérios na hora de abrir novamente a carteira. Ele precisa refletir sobre a má administração que fez do dinheiro que recebeu.
 3- Ensine que nem tudo é para ser comprado. É fundamental que através das conversas você explique para o seu filho que nem tudo que ele deseja ou assite na televisão ou outros meios de propaganda é para ser comprado. Ele precisa refletir antes de abrir a carteira.
Procure fazer com que o seu filho crie o hábito de anotar onde e no que ele gasta o dinheiro que recebe. Estimule-o a realizar pesquisa de preço antes de comprar, para ensiná-lo que há diferença de preço.
Continue seguindo as nossas dicas!

Até o próximo!     

Arethuza Helena Zero
Consultora e Educadora Financeira, realiza estudos na área de Educação Financeira para crianças e adolescentes. É autora da série Os primeiros Passos da Educação Financeira.

www.twitter.com/efinanceira



segunda-feira, 27 de maio de 2013

Conhecimento e sucesso financeiro - Por Bernadette Vilhena


O sucesso financeiro está relacionado ao uso consciente do recurso dinheiro e suas implicações. A aprendizagem cotidiana é o caminho mais eficaz para que a criança torne-se um adulto que saiba lidar com o dinheiro de uma forma inteligente.
O primeiro e abundante local de aprendizagem é em casa. Os primeiros e fundamentais mestres são os pais e o cotidiano familiar.
Em meio a tantas coisas para fazer os pais precisam olhar também para as questões financeiras no universo infanto-juvenil. Para começar uma reflexão nesse sentido, eu preciso voltar a uma conhecida afirmação de base: nossas crianças aprendem pelo exemplo, assim o primeiro passo é analisar como você e seu parceiro (a) lidam com as questões relacionadas a esse universo:
·         O clima costuma ficar pesado na hora de pagar as contas?
·         Estranham-se dentro da loja na hora da compra de algum produto?
·         Como anda a consciência ecológica da família?
·         Costumam fazer planejamento mensal ou das próximas férias?
·         Envolvem as crianças nesse planejamento?
·         Qual foi a última vez que levou seu filho ao supermercado e ele te ajudou na pesquisa de preços ou na escolha do melhor produto?
·         Seu filho (a) sabe usar o dinheiro da mesada? O que você faz quando a quantia acaba logo e ele pede mais?
·         A última festinha de aniversário deixou a sua conta corrente no vermelho?
Sempre as questões... Mas sem essa análise fica mais difícil traçar metas sustentáveis e manter uma boa qualidade de vida!
Depois de relembrar que sua criança ou adolescente estão muito atentos a cada atitude sua, procure desenvolver a inteligência financeira deles através de conversas informais sobre conceitos como à vista, a prazo, desconto, renda, mensalidade. Compare valores mostrando a relação custo-benefício, fale da importância de poupar e dos perigos do consumismo. O estímulo aos conhecimentos financeiros provoca muitas surpresas agradáveis.
Não adianta exigir atitudes maduras de seu filho, por exemplo, quando ele vai morar sozinho na época da faculdade... Eu pergunto para você: qual foi o modelo que ele assimilou nos primeiros anos da infância? Quais os valores que foram absorvidos a cada dia? Quais os ensinamentos financeiros e ecológicos que você transmitiu?
Somos falíveis... Não foi possível ou não sabíamos da importância de cuidar da inteligência financeira de nossos jovens e crianças... Ainda assim, com o tempo ele acabará aprendendo as melhores condutas e os comportamentos financeiros adequados, mas o caminho será mais difícil. Os erros, é claro, aprendemos e muito com eles.
Abraço!

Bernadette Vilhena                                                                   
www.vilhenapedagogiaempresarial.blogspot.com

Pedagoga Empresarial, especialista em Gestão de Pessoas  possui estudos na área de Ergologia, Administração, Educação Corporativa e Desenvolvimento Humano.
Educadora Financeira com foco em comportamento é responsável pela seção Pedagogia Econômica do site Dinheirama. Seus artigos abordam as questões ligadas a Educação Financeira Infantil e a Alfabetização Financeira de adultos.  

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Educação financeira começa em casa - Por Mauro Calil



Costumo dizer que o planejamento é apenas uma das muitas facetas da educação financeira e que, sem dúvida, deve começar em casa, com os pais ensinando aos filhos. A criança deve ser educada para que saiba lidar com o dinheiro que tiver ao seu alcance desde sempre, sem falar a importante lição de que dinheiro não nasce espontaneamente na carteira de ninguém.

Saber lidar com o dinheiro é uma habilidade essencial que usamos em todos os momentos da vida, pessoal e profissional. Por isso, trata-se de um tema que deve ser ensinado para as crianças, principalmente para saberem que, na vida adulta, estarão inseridos em um mundo regido pelo dinheiro.

Infelizmente, as escolas não ensinam a forma correta de como lidar com dinheiro, tão pouco os pais – salvo algumas exceções. Da mesma forma, são poucos os cursos superiores que o fazem. Apenas os cursos de Administração de Empresas, Contabilidade e Economia ensinam sobre o funcionamento e a importância das finanças. Tenho certeza que todo mundo conhece alguém incrivelmente bem sucedido e inteligente que tem dificuldade de lidar com dinheiro exatamente por não ter aprendido em casa, na escola ou mesmo na graduação.

Essa falta de informações sobre como lidar com o dinheiro é evidenciada a cada dia, principalmente se observarmos o crescente número de jovens endividados. Assim, desenvolver a habilidade necessária para lidar com o dinheiro em casa pode ser a única oportunidade que seu filho vai ter de aprender sobre o assunto por um bom tempo.

Mas como ensinar uma criança se os próprios pais não conhecem sobre o assunto? A resposta para esta pergunta é a informação. E o que não falta no mercado são livros, cursos, reportagens, entre outros, sobre como cuidar do dinheiro. E não é nada difícil. Um conselho básico para quem quer evitar os problemas com as finanças é usar um caderno ou uma planilha eletrônica para anotar as receitas e cada gasto, por menor que seja.

Para ensinar as crianças, talvez o melhor seja começar com uma brincadeira com moedas. Mostre que, quanto mais moedas, mais o cofrinho fica pesado. No caso de crianças em fase de alfabetização, ensine-as a reconhecer as notas pelos números e letras. E quando já tiverem aprendido as operações matemáticas básicas, pode-se introduzir a mesada. Já os jovens devem ser incentivados a anotar os gastos, com lanches e condução, por exemplo, em um caderno ou agenda.

É importante lembrar que, no caso da mesada, deve-se ensinar os jovens que aquele dinheiro deve satisfazer suas necessidades e vontades, como o lanche da escola ou a compra de algum item de desejo, e que estes recursos são para o mês inteiro. Os pais não podem dar uma mesada e, se o dinheiro acabar antes do final do mês, dar mais. Nesse caso, os pais têm mais uma oportunidade de dar ensinamento, inclusive utilizando da criatividade. O dinheiro acabou e não dá para comprar lanche na escola? Leve o lanche de casa. 
Vale também aconselhar a criança a guardar um pouco da mesada para comprar aquele brinquedo que ele tanto quer. Assim, os pais estarão ensinando que a responsabilidade de conseguir ou não o que se quer é toda dele.

Dar bons exemplos aos filhos também faz parte da educação financeira. Lembre-se que ele se espelha em você. São pequenos detalhes como estes que podem fazer toda a diferença.

Mauro Calil
Palestrante, educador financeiro, fundador da Academia do Dinheiro, e autor dos livros “Separe uma verba para ser feliz” e “A receita do bolo”.  www.calilecalil.com.br

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Planejamento Financeiro: Chega de desculpas! - Por Arethuza Helena Zero




Quando o assunto é Planejamento Financeiro, não faltam desculpas para que ele seja adiado. Há pessoas que pensam que planejamento financeiro é para ricos, por exemplo. Você também acredita nisso? Ou usa essa justificativa para não se planejar. Saiba que você não é o único. E nem esta, é a única desculpa.
Veja as “desculpas” mais comuns:
“Planejamento financeiro é para os ricos.”
MENTIRA! Qualquer pessoa deve se planejar. Saiba que a diferença entre os que alcançam o sucesso financeiro e os que não alcançam, está exatamente no planejamento.

“Meus pais nunca fizeram planejamento financeiro.”
ATENÇÃO! Não esqueça que os tempos mudaram e junto com ele as nossas necessidades, os nossos sonhos e desejos.

“Eu não tenho tempo para me planejar.”
CUIDADO! É preciso reservar um tempo para se planejar.

“Tenho uma vida simples, não preciso de planejamento financeiro.”
TODOS PRECISAM! Você sabe que dinheiro faz parte da vida, precisamos dele para realizar as nossas necessidades e os nossos desejos. Por isso, o planejamento financeiro independe da renda.

“Meus filhos cuidarão de mim, não preciso de planejamento financeiro.”
SEJA INDEPENDENTE! Você prefere depender de alguém ou ter a sua independência financeira? E os seus filhos? Não há garantia de que a situação financeira deles permitirá que eles cuidem de você no futuro.

“Vivo muito bem com pouco dinheiro e quando envelhecer não será diferente.”
IMPREVISTOS ACONTECEM! Infelizmente, não podemos prever o futuro. Principalmente o futuro financeiro de nossa família. Por isso, precisamos ser cautelosos. E se você tiver alguma doença? Sofrer um acidente? Se você morrer precocemente e deixar os seus filhos pequenos?
Chega de desculpas!
Não fique vulnerável às incertezas e riscos. Pense na saúde financeira de sua família e faça um planejamento financeiro.
Tenha uma vida financeira sustentável!

Arethuza Helena Zero

Consultora e Educadora Financeira, realiza estudos na área de Educação Financeira para crianças e adolescentes. É autora da série Os primeiros Passos da Educação Financeira.

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

O imediatismo está em moda. O que diz a pesquisa de Educação Financeira do Serasa Experian - Por Rogério Nakata



Segundo recente pesquisa divulgada pelo Serasa Experian de Educação Financeira do Consumidor com 2.002 pessoas consultadas em 142 cidades de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal no primeiro trimestre de 2013 mostra que 48% dos brasileiros não fazem nenhum tipo de investimento pensando em sua aposentadoria.

Bem isso não é novidade, pois sabemos que a maioria de nós brasileiros adoramos uma vida de cigarra, mas diferente da fábula dificilmente teremos apoio em nosso gelado e rigoroso inverno que pode durar não apenas 5, 10, 15 anos, mas para alguns mais 20 talvez 25, 30 anos de recursos para se manter com suas próprias pernas. E se você acha que estamos falando de aposentadoria a resposta é sim, porém, tudo isso parece muito distante, mas um dia ela chegará tanto para mim como para você. Uma das razões que podem explicar essa falta de interesse pelos assuntos relacionados ao dinheiro e poupança é o histórico de hiperinflação que passamos antes de 1994, mas também porque nosso país por mais falta de segurança e mazelas que tenha não passou por guerras, epidemias, terremotos, tsunamis como em outros países, ou seja, vivemos numa terra abençoada e por isso propicia ao comodismo e ao desleixo com relação ao nosso futuro financeiro.

É muito comum ouvir as pessoas dizerem que está muito cedo para pensarem no assunto, porém a vida passa muito depressa e é fundamental que começamos a fazer alguma coisa hoje principalmente por dois motivos simples: o primeiro é que você está em plena fase de geração de receita e o segundo motivo é que se torna muito mais barato começar agora do que deixar suas aplicações para próximo de sua aposentadoria. Apesar de tudo isso muitos acham que não chegarão até lá mas e se chegarem como essas pessoas querem estar no momento em que mais precisarão de recursos financeiros e já não possuem a mesma capacidade de geração de receita, força física e oportunidades profissionais abundantes para a manutenção de suas vidas financeiras?

Uma das coisas que me chamou a atenção nesse levantamento é que somente 2% possui algum tipo de Previdência Complementar e os outros 98% ou receberão o salário integral ao se aposentarem como funcionários públicos ou estarão à deriva vivendo abaixo de seu padrão de vida construído a duras penas ao longo de 35 anos de trabalho duro.

Será tudo isso culpa do imediatismo ou isso é uma moda passageira que passará sem deixar saudades? O pior seria o imediatismo se tornar uma grande tendência que assola um país que está a cada dia que passa perdendo o “timing” do seu desenvolvimento provocado pela falta de investimentos em questões básicas como saúde, educação e infraestrutura. Um país que até 2008 era o queridinho dos investidores internacionais e que abre as portas para a incerteza dos rumos da economia brasileira fazendo com que até países desenvolvidos, em crise, pudessem se reestruturar e começassem a dar seus primeiros ares de recuperação.

Podemos notar esse imediatismo não somente nas famílias, mas também nos jovens que ao conseguirem seu primeiro estágio remunerado, ao invés, de investirem em seus estudos e aprimoramento querem financiar seus carros em 60 meses sem questionarem o quanto pagarão ao final das parcelas e se conseguirão honrar com esse compromisso, mesmo sem antes de estarem efetivados em suas carreiras profissionais. Infelizmente isso é fruto de uma matéria que ainda não é ensinada nas escolas chamada Educação Financeira e que juntamente com português, matemática, inglês, etc. deveria há muito tempo fazer parte da grade escolar das escolas, sejam elas públicas ou privadas.

Na vida das famílias a falta de Educação Financeira representa também problemas de relacionamento causados na maior parte pelo alto nível de endividamento adquirido pelas mesmas, principalmente nos últimos anos, que traz consequências amargas não somente para o convívio familiar, mas para o seu futuro financeiro já que apenas 5% dos entrevistados combinam o INSS com a previdência privada. O pior disso tudo é que muitas instituições ainda fazem simulações com taxas de aplicação de 1% ao mês em suas previdências privadas, por exemplo, mostrando além de um valor acumulado no futuro inconsistente por não considerar obstáculos como a inflação, mas também com valores mensais que não resultarão no patrimônio necessário para que se possa gozar de uma confortável e merecida aposentadoria.

Em suma não podemos deixar de cuidar do produto pelo qual a raça humana trabalha mais de 70% de sua vida e que devemos sem duvida estarmos mais atentos a cada dia às páginas de Economia e não somente pulando direto para as paginas de esporte ou notícias da vida de celebridades.

Rogério  Nakata

Planejador Financeiro Certificado pelo IBCF - Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros, Embaixador CFP® para o Vale do Paraíba, Agente Autônomo de Investimentos pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e Palestrante sobre os temas Educação Financeira e Planejamento Financeiro de grandes organizações.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Cada fim é a semente de um novo começo - Por Silvia Alambert



Estamos próximos à metade do ano novamente e quanto de suas promessas de virada de ano você já realizou em quase 6 meses?

Somos tendenciosos a olhar pouco pelo o que construímos e a sensação de que está tudo passando rápido demais faz com que não observemos sobre como estamos construindo nossos sonhos.

Aliás, o grande motivo do estresse nas pessoas vem da própria ignorância em acreditar que tudo é um caso de emergência e isto inclui a própria vida.
Ao entrar nesse ritmo frenético, você talvez nem perceba quanta coisa você já iniciou ou até mesmo realizou até aqui.

De forma acertada ou não, isto não importa agora. O que importa é que se você não parar agora para rever tudo o que realizou e entender como foi que conseguiu (ou não) realiza-las, você muito provavelmente continuará seguindo com sua vida sem aprender: nem pelos acertos e nem pelos erros cometidos.

Dar-se um tempo e olhar para o seu passado recente é uma forma de aprender, de se autoavaliar para, assim, poder redesenhar o seu momento atual e projetar o seu futuro.
Passado, presente e futuro estão interligados.

O que você tem aprendido ao longo da jornada da sua vida? Em qual nível sua vida está agora? Você traçou algum plano e o seguiu para construir seus sonhos ou está construindo “do jeito que der”? Você deu a devida importância ao que deveria ser dada a devida importância ou desviou a atenção no meio do caminho?

Respondendo a si mesmo a essas perguntas simples, você conseguirá enxergar a forma como está construindo o seu futuro e poderá entender porque a sua vida está exatamente onde ela está hoje e conseguirá visualizar como encontrará o seu futuro. Isso é bom ou é ruim? Responda você mesmo.

Cada fim é a semente de um novo começo e, por isso, é importante que você pare de vez em quando para dar uma “espiadinha” na obra que você está construindo para si próprio.

Consulte a “planta” inicial e veja se você se desviou do plano original. Se sim, pergunte-se “Por que?”. Corrija o erro e continue firme em seu propósito.

É preciso que você esteja certo do resultado que quer ver no final e estes pequenos cuidados lhe assegurarão uma construção sobre alicerces firmes e duradouros.

Se você julga que pode melhorar sua vida em vários aspectos, então, melhore. Não fique cheio de planos na cabeça para os próximos seis meses do ano. Coloque-se em movimento agora.
Não lance sua nova semente ao vento. Plante-a em seu jardim e cuide bem dela, pelo seu bem estar.

Vá lá. O ano de 2013 ainda está em curso.

Silvia Alambert

Educadora financeira, Diretora Executiva da The Money Camp Brasil, programa de educação financeira de crianças, jovens e adultos 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Quando devemos fazer um Planejamento Financeiro? Por Arethuza Helena Zero



Gastar dinheiro é fácil! E guardar? Você consegue? Para guardar dinheiro é preciso disciplina e organização. Por isso, talvez seja o momento de você começar a pensar em fazer um planejamento financeiro. Você já parou para pensar como será sua situação financeira no futuro?

Está pensando em fazer uma viagem com a família? Visitar os principais pontos turísticos na Europa? Realizar o sonho de sua filha, a festa de 15 anos? Deseja trocar o carro? Comprar um imóvel?

Então, como fazer para alcançar estes objetivos?

É para ajudar nestas decisões que serve o planejamento financeiro.
Quanto mais complexo o seu sonho, mais tempo e dinheiro ele demandará. E se o seu orçamento for enxuto, mais do que nunca, para realizar os seus sonhos e projetos, é fundamental fazer um planejamento.

Em todos os momentos da vida é preciso ter planejamento, seja no início da vida profissional, no meio do caminho ou perto da aposentadoria.
Um bom planejamento pode ser mais importante para o seu futuro do que muitos anos de trabalho. Além disso, ao contrário do que muitas pessoas pensam, o planejamento não visa apenas o sucesso material, mas também o profissional e o pessoal.

No mundo de hoje devemos ser responsáveis pelas nossas decisões financeiras. Por isso, quanto antes entendermos a importância do planejamento financeiro, melhores decisões financeiras poderemos tomar.

Arethuza Helena Zero
Consultora e Educadora Financeira, realiza estudos na área de Educação Financeira para crianças e adolescentes. É autora da série Os primeiros Passos da Educação Financeira.

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