segunda-feira, 11 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
Semanada, quinzenada ou mesada? Por Álvaro Mordernell
Uma relação saudável com o dinheiro começa já na
infância
Por
Bia Lancha, repórter do Mulheres em Ação
- www.bmfbovespa.com.br
Quando se pensa em educação financeira, não há como
deixar de fora as crianças. O que elas aprenderem hoje em termos de
gerenciamento de seu próprio dinheiro será útil quando forem adultos,
possibilitando uma relação mais saudável com o assunto. Cabe aos pais ajudar no
processo, não só com exemplos – bons de preferência, certo? – mas também com
orientação. Quem acha que o trabalho é fácil, não tem ideia do tamanho do
problema.
A complicação já surge no pontapé inicial: qual a
hora certa de colocar os filhotes em contato com o dinheiro? Álvaro Modernell,
sócio diretor da empresa de educação financeira Mais Ativos, explica que tudo
depende do nível de amadurecimento do pequeno. Entretanto, algumas idades
costumam apresentar padrões específicos e o educador dá dicas para cada fase.
Veja em qual seu filho se encaixa:
Até os 5 anos: é apenas um processo de familiarização com o dinheiro. É uma ideia bem bacana dar um cofrinho para a criança e deixar que ele fique com os trocos pequenos (vão tomar sorvete? Dê o troco para ela) para encher o porquinho.
A partir dos 6 ou 7 anos: agora as crianças já estão na fase da alfabetização e conseguem ter consciência de números, quantidades e grandezas. Aqui entra um princípio de mesada: a semanada. Mas calma, ainda não é hora de cobranças. A criança não saberá administrar o dinheiro, deixe que ela gaste com o que quer, poupe, cometa erros... O importante é ela aprender a lidar com preços, limites, escolhas.
A partir dos 8 anos: seu pequeno já atingiu o 3º ano do Ensino Fundamental e já consegue administrar o próprio dinheiro. Hora da quinzenada.
A partir dos 10 ou 11 anos: agora, sim. Hora da mesada. Hora, também, de sentar e conversar sobre administração de dinheiro. A partir desse momento, seu pequeno não é mais tão pequeno e pode ter conversas mais sérias.
E nem adianta “entregar o dinheiro na mão das
crianças e achar que isso é educação financeira”, alerta Modernell. É
necessário estabelecer regras também para os pais. Estabeleceram os valores e
as datas? O descumprimento do acordo por parte dos pais afeta a educação
financeira da criança. É uma fase em que os filhos devem “ganhar autonomia, mas
os pais devem acompanhar os gastos e delimitar padrões”, diz ele.
Na
semana que vem, o assunto volta: o Mulheres em Ação mostra quais os
principais erros dos pais e como evitá-los.
Álvaro Modernell, é especialista em
Educação Financeira para adultos e crianças. Palestrante, consultor e escritor,
com livros, artigos e entrevistas publicados no Brasil e no exterior. Graduado
em administração de empresas, com mestrado em finanças. Pós-graduado em
política e estratégia, em Metodologia do ensino. Atua como professor de
educação financeira em MBA e cursos de especialização. Foi membro do GAP-Grupo
de Apoio Pedagógico na formulação da ENEF-Estratégia Nacional de Educação
Financeira.
Dominando o dinheiro, por Mauro Calil
Um trecho de um poema de Victor Hugo diz: “Desejo
que você ganhe dinheiro também, e que ao menos, uma vez, diga a ele quem é o
dono de quem”. Todos nós precisamos de dinheiro e esta necessidade não é boa,
nem ruim, é apenas uma necessidade, como tantas outras que temos. Beber água e comer
também são necessidades e não questionamos sua presença ou ausência como
fazemos com o dinheiro.
É muito comum ouvirmos pessoas dizerem
orgulhosamente não precisarem de dinheiro para viver, ou precisarem de pouco
dinheiro para viver, mas o mesmo não se ouve em relação a beber água, por
exemplo. O assunto ter ou não ter dinheiro, ter ou não ter coisas, objetos
pelos quais o dinheiro pode ser trocado desperta paixões que não são observadas
em outras necessidades.
O fato é que o dinheiro não é um bem escasso, visto
que foi inventado e é produzido pelo homem. Portanto, por não ser um recurso
natural nunca faltará.
Pessoas se subordinam passivamente ao dinheiro e
este é o caminho para ser dominado por ele. Quanto mais vezes a palavra “sim” for
dita ao dinheiro ou a quem o possui, mais vezes “não” se ouvirá em retribuição.
Esta subordinação passiva deve dar lugar a uma
ordenação ativa, ou seja, ter consciência de onde se está, do que se precisa e
de onde se pode chegar com seu salário, renda ou capacidade de progredir.
O orçamento pessoal é uma ferramenta poderosa para
a virada do jogo, para que um eventual desespero na busca de dinheiro não seja
capaz de enganar o desesperado. Isso só nos levará para dívidas cada dia
maiores, crendo que trocar uma dívida por outra é normal, ou que comprar mais
um objeto é sinônimo de progresso na vida.
A ordenação do dinheiro que passa por sua vida
depende exclusivamente de sua vontade, por isso que deve ser ativa. É uma
atividade sua. Esta ordenação é o caminho para dominar seu dinheiro e para o
crescimento acelerado da formação de patrimônio.
Ordenar seu dinheiro é sim dar ordens a ele,
comandá-lo antes que ele encontre seu próprio caminho para uma nova conta de
consumo. Ordenar o dinheiro é dizer a ele, e a você, quem está no comando, quem
está no domínio de quem.
*Mauro Calil é palestrante, educador financeiro,
fundador da Academia do Dinheiro, e autor dos livros “Separe uma verba para ser
feliz” e “A receita do bolo”.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Saber Financeiro apresenta: Mauro Calil
Mauro Calil, nosso Colaborador com conteúdo de Educação Financeira e renomado palestrante.
Com base na crença do Prof. Mauro Calil de que as pessoas podem ter todo o dinheiro que quiserem, bastando para isso educarem-se financeiramente. Ele mantém um Centro de Estudos e Formação de Patrimônio.
Com base na crença do Prof. Mauro Calil de que as pessoas podem ter todo o dinheiro que quiserem, bastando para isso educarem-se financeiramente. Ele mantém um Centro de Estudos e Formação de Patrimônio.
terça-feira, 5 de março de 2013
Boa tarde amigos,
Apresentamos mais um
colaborador do Saber Financeiro - Rogério Nakata. Acompanhem o conteúdo sobre
Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar.
Ele atua ajudando as Pessoas a
Conquistarem Segurança e Independência Financeira.
Ele estará presente em
nosso Blog: www.saberfin.blogspot.com.br
e
no Facebook: www.facebook.com/saberfinan.
Além
disso, mensalmente, teremos uma entrevista em nosso Grupo Saber Financeiro nas
Escolas.
Damos boas-vindas e muito Sucesso!
Quantas vezes você muito
provavelmente tentou juntar dinheiro e ao perceber que possuía certa quantia na
Poupança resolveu sacá-lo para gastá-lo em alguma justa “oportunidade”. Só que
essa oportunidade nem sempre está alinhada ou condizente com o Objetivo ou
Projeto de Vida inicialmente proposto e aí que o problema aparece. Só para
entender melhor funciona mais ou menos assim: a pessoa tem como objetivo
acumular recursos para a sua aposentadoria e propõe-se a depositar um valor
mensalmente, porém, depois de algum tempo surge a tal “oportunidade” de trocar
de carro, seja por que apareceu uma oferta imperdível ou por uma redução do
IPI. Nesse momento o pequeno investidor se torna tentado a adquirir o bem de
consumo abrindo mão de sua aposentadoria e da segurança no futuro pelo conforto
do presente sacando todo o recurso depositado ao longo de anos. Parece uma decisão
simples sem grandes consequências, mas que lá na frente fará falta para a
manutenção de seu padrão de vida.
Para evitar isso a sugestão é que
você possa carimbar seu dinheiro para aquilo que é importante definindo dentro
do seu Orçamento Financeiro Pessoal uma verba para a realização desses Projetos
de Vida que podem ser desde a troca do carro, a viagem dos sonhos, a compra do
imóvel, a faculdade dos filhos ou a merecida aposentadoria. Carimbando o seu dinheiro para o que é
importante surgem dois grandes benefícios imediatos para sua vida Financeira. O
primeiro é que você prioriza o que é realmente importante e o segundo que você
separa o que é necessário para a realização desses Projetos.
Para ajudá-lo segue uma tabela abaixo para que possa
entender melhor como separar os recursos necessários em uma aplicação financeira
com o objetivo de encaixá-lo dentro de seu Planejamento Financeiro:
Primeiro defina e separe os
Objetivos que podem ocorrer em Curtíssimo, Curto, Médio, Longo e Longuíssimo
Prazo. Após carimbá-los em função do tempo de realização/vencimento temos que
carimbar também o Valor Necessário
para a realização desses Objetivos. Verifique se há ou não algum Valor já Acumulado para isso, pois senão, como no caso da pintura da casa
você terá que acumular recursos a partir de agora. Depois disso com a taxa de
juros estimada para sua aplicação financeira ficará fácil de definir os valores
mensais a serem investidos que somados determinarão o Valor de aporte total mensal para a
realização de seus Objetivos. Esses investimentos em função do prazo podem
ser acumulados numa Caderneta de Poupança, Títulos Públicos via Tesouro Direto
ou com a compra de Ações junto ao mercado à vista tentando sempre fugir das
altíssimas taxas de administração ainda cobradas pelas instituições
financeiras.
Rogério Nakata é Planejador
Financeiro Certificado pelo IBCF - Instituto Brasileiro de Certificação de
Profissionais Financeiros, Embaixador CFP® para o Vale do
Paraíba, Agente Autônomo de Investimentos pela CVM (Comissão de Valores
Mobiliários) e Palestrante sobre os temas Educação Financeira e Planejamento
Financeiro de grandes organizações.
segunda-feira, 4 de março de 2013
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