O comportamento de endividamento,
sentimento de culpa e frustração tem sido muito comum em nossos dias. Tal
modelo permanece mesmo que saibamos sobre o princípio básico das finanças
pessoais: gastar menos do que se ganha. Mas nossos instintos consumistas são
altamente estimulados diariamente!
A questão envolve comportamento. Compramos
para satisfazer necessidades primárias, para obter prazer ou aliviar as dores.
Com qual motivo faz sentido para você? Sua última compra foi feita para atender
qual tipo de necessidade? Essa pergunta é para provocar um momento de
conhecimento dos seus motivos para comprar e assim evidenciar ocasiões em que
existe consumismo no lugar de consumo consciente.
Lembre-se que o consumo
consciente traz consigo os benefícios de uma compra bem feita e prazerosa, já o
consumismo geralmente carrega a culpa, o arrependimento e endividamento.
Ficarmos atentos aos nossos
comportamentos nos leva dia a dia a uma vida mais saudável financeiramente. O
principal é buscar a coerência interior. Quando algo não vai bem é provável
buscarmos preencher o vazio ou disfarçar as insatisfações comprando. Motivações
emocionais se sobrepõem as racionais em muitos momentos. Ficamos presos em
situações repetitivas. A razão disso é nosso padrão interno, crenças pessoais.
Para sair dessas situações primeiramente
é preciso olhar para si e procurar encontrar os motivos: eles são gatilhos para
esses comportamentos não desejados.
Abraços a todos!
Bernadette Vilhena
www.vilhenapedagogiaempresarial.blogspot.com
Pedagoga
Empresarial, especialista em Gestão de Pessoas possui estudos na área
de Ergologia, Administração, Educação Corporativa e Desenvolvimento
Humano.
Educadora
Financeira com foco em comportamento é responsável pela seção Pedagogia
Econômica do site Dinheirama. Seus artigos abordam as questões ligadas a
Educação Financeira Infantil e a Alfabetização Financeira de adultos.

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